Da Redação
*última atualização: 02.02.2010
O avanço da idade sempre resulta no aumento da preocupação da família e consequentemente na diminuição da privacidade do idoso. O tempo que passa sozinho, realizando atividades rotineiras é ínfimo, comparado a anos anteriores. Para a família, sinal de tranqüilidade e cuidado. Para o idoso, conforme a forma de abordagem, pode sentir sua privacidade invadida, um dos motivos que gera a depressão, doença freqüente nessa fase.
A grande dica dos psicólogos é estimular o idoso a realizar todas as atividades que deseja e que tem condições de praticar. Esportes, encontros com os amigos e outras atividades de lazer devem ser estimuladas, se o idoso estiver apto a realizá-las. Desta maneira, o familiar não sentirá sua privacidade invadida e tem consciência de que tem pleno poder sob seus atos.
Caso o familiar idoso seja vítima de uma doença degenerativa, é preciso dobrar os cuidados. Doenças como Alzheimer ou Parkinson exigem atenção especial: como os sintomas aparecem aos poucos, os familiares devem adaptar-se ao constante aumento de necessidades do idoso. Porém, nas fases iniciais ainda é possível deixá-lo agir por si. Desta forma o idoso garante sua independência até quando for possível, com consciência e respeito.
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